terça-feira, 15 de abril de 2014

Olhando para trás

Submerso na virilidade deles,
nada mais parecer contar,
em tudo o que contado está.
À primeira vista,
digamos que ser paneleiro é apenas isto,
um número, o preferido,
tu virares-te de cu para eles
e eles por trás, pimba.
Mas será só isto!
E os tantos dias que andas, com ar de desgraçadinho,
à procura de homem, um qualquer que te foda!
E os que te dizem,
Na, na, ajoelha, que já vais ver onde te entra!
Tu não lhes dizes que não,
obediente,
ajoelhas,
enfiam-to na boca,
chupas-lhos, até se virem
e não te adianta interromper,
Ai no cu!
porque o que ouves
e pelos vistos até gostas,
são provocações,
Querias nesse cu, paneleiro!
Saboreia o leitinho na boca, sua gulosa!
Dizes-me,
Fodido, ser o paneleiro de recurso.
Lá vai o amor próprio,
na boca ou no cu, ao fundo!
Desafio,
Desgarremos!
E atiro-te,

Era uma vez
um velho todo gaiteiro,
leva no cu
e acha muito porreiro!

E tu,
Claro que sim,
pois lá vai!

Levar no cu,
eis a grande ambição,
o que eu lhes quero,
é todo aquele tesão.

E poderíamos continuar por aí a fora,
mas não, pois não?
Acenas-me com a cabeça, que sim!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vês

Há quem veja o diabo no corpo, onde só temos encontro de desejos, eu e tu, quando nos queremos.
Embora contrariando a norma, de que nascemos para as fodermos, afinal aqui estamos, eu que to mamo e te dou o cu e tu que me fodes,
Ai apertares-me as mamocas!
Ai teu tesão na minha boca!
Ai dares-me no rabo!
Ai enterrares-mo no cu!
Ai querido, vês como gozamos!

domingo, 13 de abril de 2014

Em resumo

Berrar aos sete ventos,
Ui tão paneleiro que sou!
Sim, eu que me venho todo,
ao levar no cu.
Ai o tesão deles!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Seja

Fora isto, nada me distingue do comum, mas na cama, com eles a foderem-me, perco-me de paneleirice.
E quem diz na cama, diz em qualquer outro lugar, onde dê com homens que deseje ou suspeite de tesão por mim.
Lá estou eu perdido por eles,
Tomai-me e fodei-me todo!

Bem estar


Tesão é fogo!
Desejos incendiados,
eu em brasa,
o olhinho a arder.
Sim, enrabado é que me fazeis vir.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Até que ele

Ali, com ares de puta, calças apertadas, calcinhas ditas delas espreitando, como que exortando,
Quem me fode, quem me fode!
Há os que passam e comentam,
Olha-me este paneleiro!
Querias!
Será que algum ainda te pega!
Ó filho já levaste as que tinhas a levar!
Vai p'ra casa!
Até que passa ele,
Se é nesse cu que queres,
porque não!
E assim, enrabado foste,
já que tesão tinha ele
e em ti o quis fazer baixar.

Talvez

Criticas com tom cínico,
Selectivo tu,
se qualquer um, de caralho em riste,
o pode fazer descer na tua boca
ou enterrar-to no cu!
Tempero-lhe as palavras,
Não será tanto assim,
mas dos que me queiram foder,
a poucos escapo.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Ai contigo!

Fodeste-me,
ai como gozei,
que me fodas, mais e mais,
hoje,
amanhã,
sempre,
sim,
e que tu tenhas gostado tanto quanto eu,
que não nos fiquemos por esta!

E se

Assim fodido, lá fico de desejos.
Sim, que tu tenhas gostado tanto quanto eu e que de novo me queiras foder!

domingo, 6 de abril de 2014

Levar e pronto

Com mais ou menos afectividade, por vezes com alguma violência da parte deles, insultos, palmadas, mamilos retorcidos e puxados, encavanços à bruta e eu a não lhes dizer que não, chupo-lhos, levo no cu, vimo-nos e bye, bye.

sábado, 5 de abril de 2014

No sanitário

Encostados ao balcão, a alguma distância, eu de olhos postos nele, ele repara e não desvia o olhar.
Ele acaba a bebida em mão e dirige-se para os sanitários, não sem antes me piscar o olho e gesticular com a cabeça em direcção a eles.
Não tardo a segui-lo e quando entro, lá está de portinhola aberta, caralho de fora. Mão nele, ajoelho e chupo-lho por momentos. Paro para lhe perguntar,
Não te importas que cheire poppers?
Porque havia de me importar! E a propósito, também posso?
Cheiros, temperatura e excitação a subirem, boca de novo no caralho, minha  língua rodeando-lhe a glande, a mão dele empurrando-me a cabeça, caralho bem fundo, todo dentro e só pararmos quando se vem e me deixa de boca esporrada, a babar.
Naquele momento, tivesse ele ordenado que engolisse e, pela primeira vez, talvez o fizesse. Nada disse, além dum, Ai foda-se! e fiquei-me por umas cuspidelas para a sanita, embora depois, olhos no espelho, ainda desse para babado me ver.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

As voltas

Voltar, voltares sempre ao mesmo, dizeres-lhe,
Amo-te!
quando o que queres, é caralho.
Sim, pões-te de joelhos, perante ele,
com a boca lho percorres,
queres confirmar-lhe o tesão,
antes de lhe pedires
que te enrabe.
Uns, gostam de cu e fodem-te,
outros, parece que nem por isso,
Vá, cala-te e continua a mamá-lo, que broche é que é bom!
Resumindo,
a quem te quer a chupar a palhinha,
chupas-lha,
aos que te querem enrabar,
Isso é o que eu mais quero!
dás-lhes o cu,
e não vão eles não se  aperceber
ainda lhes declaras,
Ai filho, tão paneleiro que eu sou!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Sair-me mal

Tinha-o visto sair da mata, com outro.
O outro partiu, ele ficou por ali.
Olho-o de forma a denunciar interesse e espero algum sinal que afinal não vem.
Aproximo-me e ele, sem mais, dispara,
O que é que queres de mim, paneleiro?
Inesperada intervenção a dele, mas ainda me deu para gaguejar,
Apenas procuro quem me queira ir ao cu, para quem não goste, as minhas desculpas!
Desanda, põe-te no caralho, antes que te foda as trombas!
Sem mais, dou meia volta, dirijo-me para o carro e parto.
Pelo caminho, venho a pensar, local de engate, sai da mata acompanhado, o outro vai-se, ele fica, porquê, em resposta ao meu interesse, aquele ar ameaçador!

terça-feira, 1 de abril de 2014

O que eles gostam!

Zona de engate, eu parado na esperança de que algum apareça e me queira.

Aproxima-se um, passa, faz inversão de marcha, pára atrás, sai do carro. Estava eu ainda a abrir a porta, para ir meter conversa e já ele estava junto de mim, caralho na mão e que caralho!
Já que vinha tão decidido, eu sem sair do carro, abocanho-lho e vai de broche.
Gostas?
Se gosto! Mas mais gosto, se me fores ao cu.
Então não ia, mas estou sem tempo.
Assim sendo, de boca lho tomei de novo e lá houve broche até o fazer vir.
Remate final dele, depois de perguntar se tinha lenços,
Foi um bom broche. Se próxima houver, não só to dou para a boca, como to enterro no cu.

Cuzinho insatisfeito, a desejar-se enrabado, fico à espera que algum macho apareça com vontade e tempo.
E acabou por chegar mais um que perto parou. Sai do carro e vem, de cigarro na mão, a pedir lume.
Entrego-lhe isqueiro e indago,
Só! E não queres mais nada?
Bem, um bom divertimento também ia!
Eu atiro-me a mamar e a oferecer o cu, para enrabado ser e tu?
Resposta indirecta, com uma exclamação,
Aqui!
A minha dúvida,
Aqui não, que há muita luz e passam muitos carros.
Tratou ele de ultrapassá-la, sugerindo,
Que tal no parque lá mais abaixo, antes da saída para a estrada?
Aí, acho que sim.
E lá chegados, de novo salta a exigência de broche,
Vá, chupa-mo aí todo!
Ai lindo, com um caralho assim, se me fosses ao cu, é que me punhas a berrar!
No cu levava eu, se aparecesse um gajo com um bom caralho.
Admiração minha,
Levares no cu e ainda com um maior que o teu!
Não apareceu caralho que o fodesse, mas mamada houve.
Queres o leitinho na boca?
Quero pois! Esporra-te todo na minha boca!
Como mamas bem! Que broche!
E babado me pôs.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Assim, gosto

Chegou, parou, saiu, encostou-se ao carro, para mim ficando virado.
Porquê esperar! Dirijo-me a ele e entrada protocolar,
Boa noite!
Boas!
Directo, apalpando-lhe o meio das pernas, mostro-lhe as intenções.
Concluo,
Bom princípio, está de pau feito!
Pergunto,
Que se procura?
Cuzinho!
E apalpa-mo.
Confirmo-lho,
Cu tenho eu para dar e adoro que mo fodam.
Apesar do frio, desço as calças, faço descer as dele, dobro-me, algumas chupadelas nele já todo de pé, ergo-me e aquele tesão lhe peço,
Vai, vai-me ao cuzinho!
Põe camisinha, faz-me dobrar sobre o capot ainda quente e ali mesmo me enraba.

domingo, 30 de março de 2014

Isso

Ui bruto, isso, vai-me ao cu e dá-me nessas nalgas, dá!
Insistência desnecessária, pois ele continuaria a enrabar-me, fazendo ao mesmo tempo, estalar suas mãos no meu rabo.
Bruto! Bem que assim me estava a dar gozo,
Ai que me fazes vir todo!
E fez.

sábado, 29 de março de 2014

O gozo deles


Bem lhes digo que gosto, é que me vão ao cu, mas tantos que teimam que broche é que é bom e eu lá me aplico a mamá-los.
Esporram-se na boca e na cara, que se venham! Eu até gozo com tal, pelo gozo deles e por enlangonhado me porem.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Apaixonado!

Sim, como eu o desejava e tu também, lá marcámos encontro num bar.
Abraço e beijos,
Tanto que esperei por esta sexta! Uma semana que nunca mais passava e agora aqui estamos, meu lindo!
Uma imperial bebida, conversa,
Onde vamos?
Falaste em irmos a uma sauna, queres, vamos!
Pois, lá tanto podemos estar sós e eu quero-te todo ou, se nos der para isso, termos outros à volta.
E foi na sauna que de novo me dei e me tomaste.
Beijos trocados, as nossas línguas envolvendo-se, tu todo tesão e eu a confirmar-te,
Assim é que eu to quero!
E não tardou a baixar-me, chupar-te esse teu excelso caralho, até não me conter no desejo de me foderes e te pedir,
Fode-me querido, fode-me todo!
Eu a pôr-me de quatro e tu entrares por mim adentro,
Isso meu querido, quero-o todo enterrado em mim!
Três vezes parámos, três vezes retomámos. Teu tesão infindo, tua virilidade mostrada até o meu olhinho se queixar.
Continuarias até te fazer vir e eu sucumbi.
Acrescentei,
Queria-me de olho a escorrer ou de boca cheia e beijar-te, prova de quanto te desejo, não cheguei aí, mas foi uma bela noite!
Tão todo a dar-me, que lá no canto onde nos encostámos da última vez, a bem dizer, nem reparei nos que à volta se foram juntando e que assistiram.
A noite toda nossa, mas pouco foi,
Ai amor, quero-te para sempre, não sei se tu!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Mais

Isto é que é sentires-te vivo, levares e quereres sempre mais e mais!
Não meu caro, talvez continue a ir por quem me foda, mas preso fiquei a um e só a ele me daria, se ele assim me quisesse.
Ai tão querido que ele foi!
Ai como me fodeu!
Ai tão viril ele é!
O homem que me comeu e me entrou no coração, que me levava ou eu levava, para casa.
Ai se ele me quiser, não olho para mais nenhum!

quarta-feira, 26 de março de 2014

A conversa continua

Contas de algumas e já levaste um sem-número delas.
Até com dois ou mais na cama já estiveste, mas andas-te a bater, é que dois tos enterrem no cu ao mesmo tempo.
Já não te chega um à vez, para te sentires fodido, queres-te tomado por dois, né!